06/02/16

CARNAVAL - Máscaras se conectam com o Facebook para dar match com os convidados do baile de carnaval



Skol cria máscara que dá match no Carnaval

Máscaras de Carnaval: serão distribuídas máscaras que se conectam com o Facebook para dar match com os convidados do baile
Do AdNews


A Skol Beats, patrocinadora oficial do Rio Music Carnival (RMC), vai resgatar para o festival a origem do carnaval durante a festa de sábado (6/2).
A marca aliará tecnologia ao tradicional baile de máscaras, criando dispositivos que conectam pessoas, do mundo virtual ao mundo real.

Para isso, serão distribuídas máscaras que se conectam com o Facebook para dar match com os convidados do baile. Aproximando uma máscara da outra, dados são cruzados e, se forem o match perfeito, uma luz verde se acende com o logo da marca.

A tecnologia foi desenvolvida utilizando processador Arm e se comunica através de Bluetooth Low Energy (BLE). A criação é a da Wieden+Kennedy São Paulo.





10 notícias de Marketing que você não pode deixar de ver


Post da rede de lanchonetes Giraffas respondendo ao Burger King: BK respondeu de volta a foi uma das notícias da semana

São Paulo - Confira as 10 notícias mais importantes da semana em Marketing:

Burger King - Depois de ser rejeitado pelo McDonald's, o BK ganhou a atenção de várias outras redes de fast food, que disseram sim à proposta de parceria. O destaque foi a brasileira Giraffas. Por outro lado, já tem suspeita de plágioenvolvendo a campanha de marketing do BK.

Maquiagem - Um vídeo que parece um tutorial de beleza e maquiagem revela uma verdade chocante: o grande número de mulheres que são vítimas de ataques com ácido.

Sem embalagens - Um mercado em Berlim está inovando ao oferecer dezenas de produtos sem usar rótulos ou embalagens descartáveis. Tudo para evitar o lixo em excesso e o consumismo.

Vítima - Um cartaz brinca com a imagem do filme "Tubarão", de Steven Spielberg. Em vez de uma mulher ser vítima de um tubarão, o animal aparece como vítima da caça desenfreada.

Monopoly - Sabia que existe uma grande conexão entre o famoso jogo de tabuleiro Monopoly e a Segunda Guerra Mundial? Na época, mapas e mensagens secretas eram enviadas aos presos britânicos nos campos nazistas através do passatempo.

Google - A empresa fez uma mudança significativa em seu logo, deixando-o mais simples, inocente e até "dócil". Muita gente não gostou da novidade.

Nomes das bandas - Confira uma galeria que mostra a história por trás das marcas de bandas e artistas. Afinal, criar o nome ideal é essencial para o sucesso na estrada.

Tatuagens - A Coca-Cola lançou latas especiais que geram tatuagens de nomes. Claro, os desenhos são temporários.

Paz - Crianças nascidas em 11 de setembro de 2001, dia dos ataques terroristas nos EUA, fizeram uma campanha sobre esperança e paz. Hoje, elas têm cerca de 14 anos e querem criar "lembranças felizes".

Acidente - Uma campanha da AT&T nos EUA fala sobre o risco da falta de atenção no trânsito. O vídeo viral mostra apenas um passeio divertido de carro entre amigas, mas o final surpreende.





03/02/16

3 dicas rápidas para gerar ideias de negócios


Esqueça o antigo mito de que uma ideia nasce pronta ou que você vai acordar com uma grande ideia de negócio. Ideias se constroem

Veja, abaixo, algumas dicas para gerar ideias de negócios:

1 – Aumente seu repertório

Novas ideias vêm de seu repertório mental, que é a soma de tudo aquilo que você viu, leu, vivenciou ou experimentou. Quanto mais diversificado for seu repertório mental, maior a probabilidade de que se conectem pontos de áreas diferentes. É da conexão de pontos de áreas diferentes que surgem novas ideias. Por isso, leia sobre assuntos diferentes, converse com pessoas diferentes, vá para lugares diferentes.

2 – Coloque sua ideia para o mundo

Quando você tem um primeiro insight, ao contrário do que muitos acham, você deve espalhar essa ideia inicial para o maior número de pessoas. São elas que ajudarão a lapidar, melhorar e validar sua ideia. Evite cair na grande armadilha que é guardar sua ideia a sete chaves com medo de que alguém a descubra. Ideias não nascem prontas. Ideias, apenas, não têm valor nenhum. Você precisa de pessoas que complementem e ajudem em sua execução.

3 – Comece assim mesmo

Não espere que sua ideia esteja pronta (ela nunca estará) para começar. A ideia vai se desenvolver e mudar durante o caminho. Por isso, quanto antes começar, mais rápido poderá lapidá-la.

Ela vai mudar durante o caminho, você vai errar, vai testar, vai melhorar, vai testar, vai errar, até começar a formar uma ideia consistente. Ou, muitas vezes, vai começar com uma e terminará com outra totalmente diferente. Mas isso só ocorrerá se você começar, entrar no jogo.

Ou seja, esqueça o antigo mito de que uma ideia nasce pronta ou que você vai acordar com uma grande ideia de negócio. Ideias se constroem. - Fonte: www.administradores.com.br/artigos


31/01/16

Por que estamos sempre insatisfeitos?



Semana passada falamos sobre a dificuldade que temos em prever nossas necessidades, preferências e desejos futuros e, por isso, muitas vezes acabamos insatisfeitos com nossas conquistas, pois quando chegamos onde desejávamos, já não temos as mesmas necessidades. Se você não leu esse artigo, clique aqui para abrir o artigo numa nova janela.É como neste exato momento ter um desejo incontrolável de jantar em certo restaurante. Você, então, liga para o restaurante e tenta fazer uma reserva. Não há mesas disponíveis para as próximas duas semanas. Você faz a reserva mesmo assim e decide controlar seu desejo até lá. As duas semanas se passam e chega o esperado dia. Quando ele chega, porém, você não está mais a fim de comer naquele restaurante, você desejaria ficar em casa, você não está nos seus melhores dias. Mas a reserva já está feita e você resolver ir de qualquer forma. A experiência é decepcionante. Você sabe que gosta daquele restaurante, mas, por algum motivo, aquele não é o seu dia e você não consegue tirar o máximo proveito daquela experiência.



Você já passou por algo parecido? Você já planejou algo para o futuro baseando-se num desejo do momento que deve ser realizado no futuro porque, por algum motivo, você não pode saciá-lo no presente? Como você se sentiu quando de fato realizou seu desejo?

Freud já dizia que o ser humano é escravo dos próprios desejos. A maioria das pessoas vive para suprir seus desejos ou vive insatisfeita com a vida porque não consegue saciá-los. Em muitos casos de depressão, a razão apontada está relacionada com o fato de que a vida não é como a pessoa gostaria que fosse e ela não vê possibilidade futura de construir a vida que deseja. Seus desejos não foram realizados ou ela perdeu o que tinha que supria suas necessidades e acredita que não há mais chances de saciar seus desejos no futuro.

A ansiedade é o medo de que as coisas no futuro não aconteçam da forma desejada. O remorso é o sentimento de que as coisas no passado não ocorreram da forma esperada por culpa própria. Ambas as emoções refletem a escravidão aos desejos. Há uma interpretação, mesmo que inconsciente, de que a vida deve fazer as suas vontades, deve ser do jeito que você quer. Se a vida lhe puxa o tapete, você fica bravo, frustrado, decepcionado, entra em depressão.

Se você se sente insatisfeito com relação a algo em sua vida, reflita sobre os motivos de sua insatisfação. Analise a forma como você se sente quando não consegue alcançar ou obter o que deseja. Você fica emburrado? Triste? Frustrado? Nervoso? Você se sente ansioso com relação ao futuro, pois não admite que as coisas não aconteçam como você espera? Compreenda a forma como você lida com as próprias expectativas e experiências. Fonte: http://www.vivendointensamente.com.br/insatisfacao/sempre-insatisfeitos

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Como sua vida é um reflexo dos seus pensamentos



Muita gente olha para esse tipo de afirmação com desconfiança e descrença, afinal de contas, pensamento é algo que não podemos medir e, muitas vezes, nem avaliar de forma objetiva. Tendemos a acredita que os resultados que obtemos na vida são matéria de oportunidade, esforço pessoal e circunstância. Quando algo não dá certo – ou nem acontece – culpamos a nós mesmos (não nos esforçamos o suficiente, não fomos persistentes, nos dispersamos, etc.), as circunstâncias (não era a hora certa, a economia não vai bem, etc.), ou terceiros (minha família, meu chefe, meus colegas de trabalho). Raramente, contudo, refletimos sobre o impacto dos nossos processos mentais em cima dos nossos fracassos. A maioria de nós, inclusive, nem sequer consegue identificar a natureza desses processos de pensamento, quanto mais observá-los e investigá-los.

A realidade, entretanto, é que mais forte do que os nossos próprios recursos internos (foco, persistência, coragem) e externos (circunstâncias, oportunidades, pessoas) são as nossas linhas de raciocínio, a forma específica como pensamos e raciocinamos.

Das nossas conversas internas à forma como avaliamos uma oportunidade, um sonho ou uma ameaça, os resultados que obtemos na vida dependem primariamente do jeito específico com que analisamos e tiramos conclusões a respeito do mundo à nossa volta. Somente depois dessa avaliação é que entram os recursos pessoais como persistência e foco e os externos como condições individuais e ambientais.

De uma forma bem básica, temos o perfil positivo e o negativo que conseguimos identificar facilmente nas pessoas. Pessoas com mentalidade negativa tendem a interpretar tudo como uma dificuldade, uma ameaça, um problema. Isso reflete naturalmente em seus potenciais internos. Se ela acha que o desafio vai ser muito difícil, a carga em cima de sua capacidade de persistência e foco serão imensamente mais altas do que em uma pessoa com mentalidade positiva, que vê o mesmo desafio com vontade entusiasta de enfrentá-lo. No decorrer do tempo em que a meta está sendo buscada, a pessoa negativa se esgota com muito mais facilidade, se estressa, se preocupa, podendo até mesmo somatizar alguns efeitos psicológicos no próprio corpo. A pessoa positiva enfrenta as mesmas dificuldades com bom humor, também se estressa, também se preocupa, mas lida com isso de forma mais proativa, mais leve e no final das contas, tem mais “gás” para conseguir cruzar a linha de chegada. A pessoa negativa, muitas vezes, desiste no meio do caminho pois “não aguenta mais”.

Essa visão parece extremamente simplista, e obviamente, na prática, “negativo” e “positivo” se entrelaçam em personalidades que possuem os dois lados, mas tendem mais para um lado do que para o outro. Mas como avaliamos qual o nosso caso?

Uma das formas mais diretas de medir nosso grau de “positividade” e “negatividade” é perguntando para pessoas próximas. Uma simples pergunta, explicando que você está fazendo um exercício de autoconhecimento e deseja a sinceridade do outro, pode resultar em alguns insights sobre aspectos que você não consegue enxergar. Como é algo muito simples e que não dá margem para “outras interpretações” (ou você é “mais” positivo ou é “mais” negativo e as pessoas ao seu redor sabem para qual dos lados você pende!), é fácil obter umfeedback rápido dos outros, conquanto eles sejam realmente sinceros! O ideal nesses casos é não colocar pressão no outro, nem argumentar contra a resposta (poxa, Fulano, você acha mesmo que eu sou negativo? Por quê???). Evite revidar! Faça sua pergunta, talvez até por email para deixar os outros mais confortáveis, e não responda além de um “muito obrigado”.

Outra técnica é manter um diário pessoal. Hoje em dia, muitas pessoas mantêm diários no computador, seja em arquivos de texto ou e sites com proteção de senha. Manter seu diário online, protegido com senha, é uma boa forma de liberá-lo mentalmente para se sentir livre para registrar absoltamente tudo, sem medo de que alguém encontre seu diário e leia seus “segredos”! Ao longo do tempo, você poderá notar padrões em suas anotações:

– Você está sempre reclamando das coisas que acontecem em sua vida?

– Você se põe pra baixo o tempo todo, se criticando pelos feitos no dia-a-dia?

– Você dedica seu diário a falar mal dos outros e o quanto “eles” impactam negativamente sua vida?

– Você tem um perfil esperançoso, falando dos seus sonhos e metas, como se toda a sua vida ainda estivesse para acontecer no futuro? (um dia, quando XXX acabar, eu vou fazer isso. / Um dia, quando eu tiver dinheiro, eu vou fazer aquilo. / Se me dessem uma oportunidade, eu poderia mostrar do que realmente sou capaz).

– Você se coloca na posição de vítima, confidenciando ao seu diário as injustiças que são feitas contra você no dia-a-dia? (o colega que roubou sua ideia, o chefe que não reconhece seu esforço, os pais que demandam muito a sua atenção e não se dão conta de quão ocupado você é).

– Você se contém aos fatos, informando ao diário o que aconteceu em sua vida, mas sem maiores detalhes e sem revelar qualquer emoção para com os ocorridos?

Todos nós passamos por altos e baixos, isso é normal. Por esse motivo, é importante dar ao diário tempo ao tempo. Podemos passar por fases em que estamos tão deprimidos que acabamos nos colocando na posição de vítima e não conseguindo enxergar nossos potenciais. Um dado como esse é importante em uma avaliação de mentalidade, mas é importante verificar as mudanças ao longo do tempo. Se essas mudanças não ocorrem e você permanece em uma posição negativa por muito tempo, isso deve funcionar como um alarme para avisá-lo de que esse tipo de postura mental é que está atravancando sua vida. Uma postura mental inadequada tem o poder de tomar conta de toda a sua personalidade. Não adianta persistência, não adianta foco, não adianta ajuda alheia, oportunidade, dinheiro, reconhecimento, não adianta nada. Uma pessoa com a postura mental errada jamais vai conseguir “consertar” sua própria vida e a tendência é que continue descendo em um espiral com o passar do tempo.

Por último, uma das mais comuns técnicas recomendadas por psicólogos para observarmos nossa postura mental: avaliarmos nossa conversa interna. Nem sempre é fácil conseguirmos nos pegar nesses diálogos a fim de observar nossa interação conosco! Essas conversas geralmente ocorrem quando não estamos atentos, nem mesmo ao que estamos pensando. Ficamos tagarelando mentalmente, fazemos observações sobre as coisas, relembramos diálogos que já ocorram com outras pessoas, simulamos conversas que estão para acontecer com os outros – ou o que gostaríamos de dizer a eles! O diário ajuda muito nessa questão, mas conseguir pegar alguns “trechos” dessa conversa interna pode revelar profundos insights a respeito dos nossos processos mentais e o perfil da nossa linha de pensamento:

– Você é mais otimista ou mais pessimista?
– Você julga muito as pessoas?
– Você é muito vingativo (mesmo que só mentalmente)?
– Você se ressente muito facilmente com as reações das pessoas?
– Você se melindra com acontecimentos negativos e se fecha em um casulo?

Essa lista vai longe. Podemos tirar várias conclusões ao observarmos o que pensamos na surdina das nossas próprias reflexões. É importante, contudo, anotar quando nos damos conta de algum pensamento que foi capturado pela mente consciente. São essas anotações, assim como o diário, que nos fornecem a visão de conjunto no longo prazo sobre o padrão dos nossos pensamentos.

E quando identificamos – ou já sabemos – que temos um padrão de pensamento negativo?
Estar consciente da própria postura mental já é algo muito poderoso! Todo esse exercício investigativo já nos torna mais alerta para o aqui e agora e esse processo de auto-observação nos leva a nos pegar cometendo erros no ato! Na hora, temos oportunidade de revertermos o pensamento e a perspectiva sobre a situação. Nos damos conta de quão patéticos estamos sendo ao nos enxergarmos como vítimas ou choramingarmos porque não nos consideramos capazes de fazer ou conquistar algo. Na hora podemos mudar o pensamento. Com o tempo, isso se torna um hábito e esse hábito reflete naturalmente nos resultados que começamos a obter. Os resultados, por sua vez, nos fornecem autoconfiança e confirmação de que realmente “podemos” e isso se torna um sistema retroalimentador positivo, ao invés de negativo.

O impacto é sentido em todos os aspectos da vida, em nossos relacionamentos, na forma como lidamos conosco – a autoestima é automaticamente levantada – as nossas conquistas, os resultados que obtemos e essa espiral de positividade tende a se expandir e criar continuamente ainda mais sucesso e prosperidade. Fonte: http://www.vivendointensamente.com.br


Quer aumentar sua produtividade? Faça diariamente essas 3 perguntas


Mudanças podem ocorrer sem o nosso consentimento ou envolvimento. Algumas são positivas, sortudas, oportunísticas; outras podem ser infelizes, desastrosas e indesejadas. Progresso, contudo, é algo que depende do nosso esforço concentrado e contínuo. Se queremos que algo específico aconteça do jeito que imaginamos, precisamos trabalhar em cima da construção daquele resultado.

Produtividade não é dar conta do trabalho diário, fazer hora extra, nas no final das contas não caminhar adiante em relação às próprias metas. Estar ocupado não é sinônimo de estar sendo produtivo. Produtividade é progredir dentro dos planejamentos das próprias metas e objetivos. Se você não está chegando cada vez mais perto das realizações das visões de futuro que você tem para a sua vida, você está simplesmente sendo ‘ocupado’, preenchendo seu tempo com atividades, mas não está sendo ‘produtivo’.

O problema é que no dia a dia perdemos o foco e corremos o risco de nos distanciarmos dessas visões maiores, perdendo muito tempo com coisinhas que consomem nossos recursos, mas não resultam em progresso algum.

Tony Robbins sugere que façamos três perguntinhas simples diariamente. Essas perguntas visam nos trazer para um grau de lucidez maior e nos tornar mais conscientes de como estamos utilizando nosso tempo e porque estamos fazendo cada atividade.

São ideias simples, porém poderosas, que nos levam a questionar a natureza de cada tarefa e nos obrigam a refletir sobre a conexão do que toma nosso tempo no cotidiano com aquilo que realmente queremos alcançar na vida. O objetivo é aumentar nossa real produtividade.

1. O que você realmente quer?

Essa pergunta exige que você reflita sobre seu propósito de vida e seus objetivos magnos na vida. Você pode não ter nada muito definido, mas deve saber mais ou menos o perfil do futuro que deseja para si mesmo. Se você está insatisfeito com sua profissão, você sabe disso. Você pode não ter certeza do que realmente quer fazer, mas sabe que não quer ficar ali, naquela posição, naquela empresa.

Saber o que você não quer já é um começo. Muita gente diz que se sente confusa e não sabe o quer da vida, mas ao questioná-las por cinco minutos, consigo descobrir muita coisa que elas nem imaginam que fossem “dicas” do que elas realmente desejam!

Todos nós temos um perfil, um “jeitão”. Isso a gente nunca vai mudar e diz muito sobre o tipo de vida que é ideal para nós. Um erro muito comum é se focar em detalhes, tentando definir com muita exatidão essa visão de futuro. Isso não é necessário. Você não precisa determinar nos mínimos detalhes o que você quer da vida, você só precisa saber o “tipo” de vida que você quer ter e então comparar a atividade que está executando com progresso: essa atividade consiste em progresso que me levará a um dia ter o tipo de vida que imagino para mim?

Vejamos um exemplo muito citado nos últimos tempos: Steve Jobs. Jobs era um cara ousado e destemido, mas ele nunca imaginou em seus melhores sonhos que fundaria a mais lucrativa empresa de todos os tempos. Contudo, ele sabia “mais ou menos” o que ele queria, que tipo de empresa que ele imaginava que a Apple seria e sendo assim, ele era capaz de selecionar suas atividades de acordo com o que ele imaginava para sua empresa. Steve Jobs era um cara muito ligado em autoajuda e técnicas de produtividade. Ele inclusive cita o famoso livro ‘Pense e Enriqueça’ de Napoleon Hill como uma de suas inspirações. Ele se preocupava em ser produtivo e fazer coisas no dia a dia que importassem para a visão que ele tinha para a própria vida futura. Funcionou!

2. Por que você está fazendo isso?

Uma pergunta mais específica seguindo a anterior. Por que **exatamente** você está fazendo essa tarefa aí? Vai contribuir com alguma meta de curto, médio ou longo prazo? Vai fazer alguma diferença em sua vida? Se é uma atividade de trabalho e você trabalha para uma empresa ou pessoa, isso vai ajudá-lo a crescer profissionalmente? Vai fazer diferença para a empresa? Qual a praticidade, aplicabilidade e coerência do que você está fazendo?


Por que é mais importante do que ‘o que’ e ‘como’. Você pode definir que vai fazer um monte de coisas que para os outros parecem muito sérias e relevantes, mas para você, em seu caso particular, levando em consideração o seu perfil, as suas intenções e o que você quer para a sua vida, podem não fazer sentido algum.

Se você trabalha em uma empresa que não é sua, você pode ter a impressão de que suas atividades são “obrigatórias”, mas isso não é verdade. Funcionários que se destacam são aqueles que sabem priorizar, conhecem os objetivos da empresa e sabem filtrar as atividades, fazendo o que importa tanto para si mesmos quanto para a companhia. A empresa cresce e eles também.

O ponto aqui é mais sério quando você tem liberdade para decidir o que e como fará o que precisa fazer para conquistar seus objetivos. Empreendedores são vítimas em potencial da síndrome do “sempre ocupado, mas improdutivo”. Muito tempo pode ser despendido em atividades que “parecem” ser importantes, mas não adicionam real valor, nem o levam mais perto dos seus objetivos.

Muita gente quando tem novas ideias e define metas começa uma “pesquisa” que não termina nunca. Buscas na internet, livros comprados, material digital baixado e esse processo continua indefinidamente com a desculpa de que é um tipo de “preparação” ou “aprendizagem”. Nem toda atividade que parece ser importante ou que tem ligação com suas metas é realmente necessária, naquele momento.

3. Como você realizar essa tarefa?

Dizia Einstein que ele se ele tivesse que resolver um problema em 1 hora, ele passaria os primeiros 55 minutos pensando sobre como iria solucioná-lo e 5 minutos colocando em prática o que ele planejou fazer.

Muita gente perde muito tempo na mesma tarefa simplesmente porque não se deu o trabalho de pensar antes sobre como iria realizá-la da melhor, mais rápida e mais eficiente forma possível.

Esses dias uma pessoa que tinha acabado de me conhecer e descobriu que eu sou escritora, me disse que ela não conseguia escrever absolutamente nada. Ela me contou que estava “tentando” escrever um relatório para o trabalho há 10 dias e toda vez que sentava na frente do computador, não “saía nada”. Eu sugeri que antes de sentar para escrever o relatório da próxima vez, ela fizesse uma busca de alguns minutos na internet por “modelos de relatórios” para que ela pudesse ver como um relatório é feito e talvez tivesse algumas ideias de como produzir o seu. Também sugeri que ela fizesse uma lista topificada de todos os itens que deveriam constar em seu relatório e se baseasse neles para escrever. Quando a encontrei alguns dias depois ela me contou, animada, que havia seguido meus conselhos e tinha conseguido escrever o relatório em poucas horas depois de buscar alguns exemplos e listar todas as informações necessárias.

Muita gente tem preguiça de fazer esse trabalho prévio de pesquisa e planejamento, mas o resultado é que acabam desperdiçando muito mais tempo “enrolados” com atividades que não sabem fazer.

Maior lucidez leva a um melhor discernimento no dia a dia

Um dos aspectos mais importantes dessas três perguntas é que elas nos tiram da síndrome da urgência, aquele hábito que temos de fazer somente o que está estourando naquele momento. Tudo o mais que não é urgente, fica para depois. O problema é que nesse ritmo, todo dia há coisas urgentes para serem resolvidas e não sobra tempo para dedicar para as atividades realmente significativas que nos levam a conquistar a vida que realmente desejamos para nós.

Se estamos pouco lúcidos, ligados no piloto automático, não nos damos conta de que nossos dias são jogados no lixo com atividades que não estão nos levando a lugar algum.

Essas três perguntas são simples, mas se feitas diariamente nos fazem parar para pensar em como estamos utilizando nosso tempo nas mínimas coisas. Começamos a ter mais discernimento e sermos mais cuidadosos não só com o que fazemos como tambéma forma como escolhemos realizar essas atividades. Os resultados positivos se acumulam e em pouco tempo começamos a notar as diferenças.

Por Fran Christy 
http://www.franchristy.com.br/produtividade/quer-aumentar-sua-produtividade

29/01/16

Como saber a hora de jogar a toalha e fechar uma empresa?


Fracasso: quando a conta não fecha mais, é preciso ter coragem para fechar a empresa

Quais as providências a tomar quando uma empresa quebra?
Escrito por Eduardo Camillo Pachikoski, especialista em consultoria empresarial

Tenho visto muitos empresários não terem a exata noção do momento em que o seu negócio se torna inviável, quando ele literalmente “quebrou” e, continuam insistindo com a empresa. O que passa a acontecer a partir daí é que o “buraco” só aumenta.

É difícil assumir que a sua empreitada, seu sonho, não deu certo. Não importa a razão que levou à situação de insolvência do negócio, contudo, quando a conta não fecha mais, as dívidas começam a crescer e as perspectivas não são boas, é preciso ter coragem e começar a planejar o fechamento da empresa.

Há necessidade de definir o que se entende por “quebra”? Basicamente é a falta de geração de caixa pelo negócio suficiente para liquidar as obrigações já assumidas com terceiros: fornecedores, funcionários, impostos, aluguéis etc.

Isso não pode ser confundido com descompasso de capital de giro, situação que ocorre quando, por exemplo, você paga seus fornecedores com prazo de 30 dias e vende, dando aos seus clientes, 60 dias para pagamento. Nessa situação você vai ter que cobrir a falta de capital de giro, colocando dinheiro do seu bolso ou recorrer a terceiros. Essa situação é muito comum em empresas, principalmente quando estão crescendo.

Para uma melhor avaliação, é necessário preparar um fluxo de caixa com uma visão de, pelo menos, 90 dais. Se você tiver dificuldades na elaboração dessa análise, peça ajuda ao seu contador.

Constatado que o negócio se tornou inviável e, na inexistência de alternavas factíveis, lamento, mas chegou a hora de jogar a toalha.

O fato de você fechar as portas não elimina a sua reponsabilidade de pagar seus débitos.

O quanto antes essa dura decisão for tomada, menor serão os estragos no seu bolso. Também serão menores as dores de cabeça consequentes do alto grau de estresse na gestão de credores, funcionários, bancos etc.

Se você tiver que fechar a sua empresa, não significa que você colocou o chapéu de eterno fracassado. São inúmeros os exemplos de empresários de sucesso que foram à lona diversas vezes e hoje são donos de verdadeiras fortunas.

Assim, comece a planejar imediatamente a sua nova empreitada! As suas chances aumentaram com a experiência já adquirida.

Boa sorte!
Eduardo Camillo Pachikoski é sócio da PP&C Auditores Independes

Franquias crescem 8,3% em 2015; veja quais setores lideram



Mulher com bolsa: o segmento de acessórios pessoais e calçados foi o que mais cresceu no ano

São Paulo - As franquias faturaram mais de 139 bilhões de reais em 2015, um valor 8,3% maior em relação ao do ano anterior. A informação é da Associação Brasileira de Franchising (ABF), que divulgou hoje o balanço consolidado do setor em 2015. De 2013 para 2014, o crescimento havia sido de 7,7%, a menor alta porcentual em 10 anos.

Essa alta no faturamento é nominal, ou seja, desconsidera o efeito da inflação. A ABF diz que não a considera no cálculo porque diferentes segmentos sentem os efeitos inflacionários de forma diferente (e também optam por repassá-los ou não ao consumidor final).

Hoje, 3.073 franqueadoras operam no país - um número 4,5% maior do que o visto no resultado de 2014. Considerando-se lojas abertas e lojas fechadas, o saldo foi de 12.702 unidades franqueadas a mais: ao todo, são mais de 138 mil negócios do tipo. Por meio dessas lojas, 90 mil empregos foram gerados em 2015, diz a ABF.

Acelerados

De acordo com a pesquisa, o setor de acessórios pessoais e calçados foi o que mais cresceu em comparação anual, com 12%. O setor foi beneficiado por fatores como profissionalismo na entrega dos produtos e serviços, pela variação cambial e pelo ticket médio baseado em qualidade, design e preço.

Veja, a seguir, os cinco setores que mais cresceram em 2015:

 Acessórios pessoais e calçados
 12%
 Negócios, Serviços e Outros Varejos
 10%
 Hotelaria e Turismo
 9%
 Alimentação
 8,90%
 Serviços Automotivos
 8,80%

Já falando sobre marcas, a classificação de marcas por número de unidades ficou assim (da primeira para a décima posição): O Boticário; Subway; Cacau Show; Colchões Ortobom; AM PM Mini Market; McDonald's; Jet Oil; Kumon; BR Mania; e Wizard Idiomas.
Novos terrenos

As marcas ainda estão muito concentradas no Sudeste, com 71,4% do total de redes - só São Paulo tem 53,3% desse mesmo total.

Porém, o crescimento mais acentuado do setor se deu nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. "Muitas franqueadoras dessas regiões buscam se profissionalizar, com o objetivo de se expandir pelo resto do país. Isso ajuda a diversificar os modelos de negócio", afirmou Cláudio Tieghi, diretor de inteligência de mercado da ABF.

Hoje, 40% dos municípios possuem franquias. Em 2014, eram 37%. Para Tieghi, isso evidencia uma interiorização e uma estratégia oposta ao êxodo rural. Ou seja, um desejo do empreendedor em continuar morando e trabalhando em cidades menores, chegando até a cidades com menos de 50 mil habitantes.

Projeções

Para 2016, a ABF projeta um crescimento de 6 a 8% no faturamento, em comparação com 2015. Também espera um aumento de 8 a 10% no número de unidades; e de 4 a 6% no número de marcas franqueadoras.

"Estamos com projeções conservadoras, até pelo resultado do Produto Interno Bruto, mas ainda esperamos um crescimento parecido ao de 2015", explica Tieghi. O governo ainda não divulgou o PIB de 2015, mas a associação estima uma retração de 3% nesse valor.

Mariana Fonseca, de EXAME

27/01/16

Autoestima, como anda a sua?



Como anda a sua auto estima? Como anda seu amor próprio? Você já se fez essa pergunta em algum - ou alguns - momentos da vida? Você tem alguma percepção positiva sobre você?

“Quem anda com seus próprios passos gosta de seus pés, confia no seu senso de direção.”Essa frase de Lair Ribeiro, um entusiasta da PNL, retrata o significado que a autoestima pode trazer para a vida de uma pessoa.

Para realizar cada um de seus sonhos, é fundamental que você acredite na sua capacidade de decidir a sua vida e tenha boa auto estima. Toda mudança começa dentro de cada um de nós, e entender essa dinâmica é o principio básico da ecologia, que é o equilíbrio das condições de vida.

Como anda a sua auto estima? Como anda seu amor próprio? Você já se fez essa pergunta em algum - ou alguns - momentos da vida? Você tem alguma percepção positiva sobre você?

A nossa autoestima é determinada por todas as crenças, percepções e valores que temos e acreditamos sobre nós. Quando nossas percepções são negativas, a tendência é olhar para a grama do vizinho, e sempre acreditar que está mais verde que a nossa. Muitas vezes essas crenças e percepções negativas projetam em nossa consciência a sensação de não pertencimento, de exclusão. Frases como: “Sou inadequado, inútil, invisível, etc”, são repetidas no vocabulário de alguém com baixa auto estima. Qualquer pessoa pode mudar esse estado interno, e ressignificar as percepções sobre si próprio.

Que tal começar agora a mudança que você tanto quer? Proponho um exercício simples e muito efetivo.

ATENÇÃO: pegue papel e caneta. Liste o que sente a respeito de você.

Como se vê, como se sente perante seus colegas de trabalho, familiares, parceiro (a), etc? Depois, olhe para cada item que listou, e tente se lembrar quando surgiu esse sentimento negativo. Caso não consiga se lembrar, tente imaginar em que situação essa idéia poderia acontecer. Que tipo de comportamento teve ou vivenciou que o fez pensar desta forma?

Analise cada item da lista e se pergunte: Será que estes pensamentos são verdadeiros e úteis? Que resultados eu quero para minha vida? Eles são compatíveis com os resultados que obtenho pensando desta forma?

O ser humano tende a generalizar os pensamentos com frases do tipo: “Eu não presto”, “Eu nunca faço nada direito” e tantas outras. Pensar dessa forma generaliza quem você é. O fato é que somos seres únicos, e todos somos luz e sombra.

É muito importante lembrar: você faz escolhas o tempo todo. Você decide por essas escolhas. Entenda que você pode trazer seu lado luz para mais perto, e deixar brilhar, lembrando mais de suas qualidades, não deixando de entender que possui pontos a melhorar, assim como todos os seres humanos.

É fundamental que você olhe para cada item que listou extraindo uma qualidade, ressignificando para algo positivo.

Veja esses exemplos de crenças positivas: “Eu tenho valor”, “Eu faço o melhor que posso, com as ferramentas que tenho”.

Pare agora e pense exatamente em como você quer ser. Feche os olhos e, dentro de sua mente, crie uma tela mental, como se fosse uma tela de pintura em branco. Nessa tela, imagine que você já é exatamente a pessoa que tanto deseja ser. Pense nessa pequena tela crescendo muito, se iluminando e transformando em uma grande tela em sua frente, que te mostra a imagem da pessoa que você quer ser.

O que você fez e realizou para chegar lá? Anote e pense em quais os passos necessários para realizar cada um dos itens.

Volte para aquela primeira lista. Leia item por item, agora com a percepção positiva sobre você: “Eu posso, eu consigo, eu sou merecedor...” Qual o sentimento que está aí no coração, nesse exato momento? Guarde esse sentimento, e sempre que se sentir para baixo, pegue esse sentimento e lembre-se de quem você quer ser, e aonde quer chegar. Lembre-se de como se sentiu no momento que esteve diante de uma tela mental, e você estava lá, como sempre desejou ser!

Críticas sempre vão existir. Compreenda que essa é a percepção de outra pessoa. Talvez seja importante analisar de quem veio a crítica, e em que contexto. Muitas vezes uma critica nos ajuda a enxergar melhor nossos atos e melhorar nosso comportamento. Analise as eventuais criticas, mas não permita que sentimentos negativos tomem conta de você. Lembre-se: você pode fazer a mudança que deseja, basta acreditar que pode e agir para que tal mudança aconteça.

Você é um ser único e maravilhoso, capaz de sentir as mais diversas nuances de sentimentos e emoções. Para compreender seu verdadeiro valor, convido você a refletir sobre quem você é, e o que sua essência quer deixar nesse mundo. Pergunte-se o que você vem aprendendo na sua jornada, o que ainda precisa ser aprendido, no que você acredita e quais são os seus valores. Tenha esta conversa sincera consigo mesmo e permita-se ser íntimo da sua verdade.



Por que o retorno de uma franquia nem sempre acontece?



Atuar em um segmento que tenha identidade é o primeiro passo para ampliar as chances de a franquia ter sucesso

Alguns empreendedores se decepcionam com o mercado de franquias e alegam que o retorno previsto no COF (Circular de Oferta de Franquia) não chegou dentro do prazo estipulado pela franqueadora. Corrigir eventuais erros – típicos de novos franqueados - e o que poderá ser feito a curto, médio e longo prazo, são ações que podem auxiliar muito essa correção de rumo.

Apesar de ser um negócio testado e com marca reconhecida, na maioria das vezes, as franquias, assim como qualquer empresa, exigem planejamento e muito empenho do proprietário para ter sucesso. Iludidos por pertencer a uma rede conceituada e acreditar que o retorno será automático, alguns profissionais se desestimulam com o segmento após fracassos inesperados.

Atuar em um segmento que tenha identidade é o primeiro passo para ampliar as chances de a franquia ter sucesso. Responder sinceramente sobre qual segmento poderá se adequar melhor ao estilo do empreendedor e como se qualificar para potencializar os resultados da empresa é um primeiro e valioso passo em busca da ascensão e estabilidade.

Verificar questões macroeconômicas antes de realizar aportes também é muito importante. Saber se o negócio dependerá exclusivamente da expertise do proprietário, qual o tamanho do mercado em que está investindo, quais nichos poderão ser explorados para o crescimento da marca, entre outros diversos fatores, são questões-chave que precisam de atenção minuciosa.

A negligência em relação à importância do plano de negócios e a falta de acompanhamento profissional, em algumas ocasiões, é outro fator que prejudica – e muito – as expectativas e retorno do empreendedor. Estar preparado para entrar em um segmento diferente, que possui concorrência acirrada, pode fazer a diferença entre a satisfação e o descontentamento do franqueado após o período de amadurecimento da unidade.

Como o empreendedor age em cenários de incertezas é o que diferencia o sucesso e o fracasso do negócio, franquias ou não. Enxergar oportunidades, ter planejamento e acreditar em seu potencial pode fazer a diferença para a empresa ter um futuro promissor.

Batista Gigliotti é presidente da Fran Systems, estratégia e desenvolvimento de negócios e coordenador de franquias do Núcleo de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV-CENN). - Fonte: Administradores.com


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26/01/16

Não tenha medo de ser idiota



Grandes feitos pedem egoísmo e não ter medo de ser idiota


Todo mundo já se sentiu paralisado, incapaz de seguir em frente. A vontade às vezes é de não fazer nada, apesar de se saber que essa postura é prejudicial. É como se a motivação tivesse tirado férias.
É difícil ter coragem para enfrentar terrenos novos e se arriscar quando não há certezas. Mas isso é necessário. Nossas experiências, boas e ruins, são os elementos mais ricos da vida e podem fazer total diferença em todos os aspectos. Foque em ter disposição, disciplina e força de vontade para voltar a olhar o mundo com novos olhos.

Um pouquinho de egoísmo faz bem

Quando não queremos fazer algo, arranjamos todos os argumentos do mundo para justificar a falta de vontade, além de, muitas vezes, colocarmos a culpa em outras pessoas. No entanto, quando queremos fazer algo, tendemos a nos concentrar em todos os pontos positivos que irão nos beneficiar. Essa postura egoísta é benéfica. Faça uso deste mesmo pensamento no momento em que estiver desanimado. Foque no bônus de cada uma das atitudes que tem ensaiado fazer, mesmo que lhe pareça pensar demais em você mesmo.
Exercite perguntar a si mesmo quais os pontos positivos e o quanto cada atitude acrescentará na sua vida profissional e pessoal. A maioria das experiências faz diferença e pode ser um ponto que o destaca diante de outras pessoas. Imagine-se no futuro, colhendo os frutos desses esforços do presente. A receita é quase infalível. Seu ânimo com certeza vai aparecer.

Não tenha medo de parecer idiota

Um outro grande obstáculo para que as pessoas atuem em novas áreas e se aventurem em terras desconhecidas é a descrença. Muitas vezes a desistência vem antes da tentativa simplesmente por não acreditar na capacidade de se fazer aquilo proposto. Mesmo que as novas atividades sejam desconfortáveis, é preciso sempre lembrar que, se continuar a fazer apenas as mesmas coisas, nunca haverá novidades a oferecer – e isso cabe em quase todas as áreas da vida.

Para ser bom em alguma coisa nova, o primeiro passo é estar disposto a errar, o que é inevitável. O aperfeiçoamento vem com o tempo e ser lapidado dói, mas isso faz parte e leva ao sucesso. Não tenha medo de parecer um novato desajeitado, todo mundo tem dias assim. Mas lembre-se de que nem todo mundo tem a coragem e a ousadia de ultrapassar suas limitações. - Fonte: Forbes



A mais nova aposta do bilionário brasileiro Eduardo Saverin



O bilionário brasileiro Eduardo Saverin acaba de investir em mais uma companhia com negócios atrelados a plataformas digitais e móveis.

O co-fundador do Facebook endereçou uma fração de sua fortuna à empresa de aluguel online de carros premium Silvercar, com sede em Austin, no Texas (EUA).

Segundo comunicado emitido hoje pela Silvercar, Saverin e as companhias Audi e Austin Ventures participaram de um aumento de capital da empresa, no valor de US$ 28 milhões.

Fonte: http://www.forbes.com.br/colunas/2016/01/a-mais-nova-aposta-de-eduardo-saverin/

silvercar

Star-up fundada em 2013, a Silvercar se define como uma locadora de automóveis da próxima geração, que permite alugar carros por meio de um aplicativo do celular, ‘sem filas e burocracia’. Atualmente, já atua em 11 mercados americanos e se prepara para chegar a Las Vegas.

Com o reforço no caixa, a companhia pretende reforçar sua atuação em um de seus principais fronts, os aeroportos.

Com a frota formada exclusivamente por modelos da Audi da cor prata, a empresa também está desenvolvendo um projeto conjunto com a montadora, para oferecer serviços diferenciados de locação de veículos para o mercado corporativo.

Eduardo Saverin é hoje o quinto brasileiro mais rico do mundo, com fortuna estimada em US$ 6,1 bilhões – cerca de R$ 24 bilhões pelo câmbio atual.

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25/01/16

Por que assumir riscos e dar saltos no escuro é tão importante?...

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Fonte: http://www.franchristy.com.br/superacao-de-medos/por-que-assumir-riscos-e-dar-saltos-no-escuro-e-tao-importante

Dentre todos os componentes de uma vida de sucesso, a capacidade de “suspender a descrença” e dar pulos no escuro é a mais importante. Muito se fala em autoestima, determinação, persistência, foco, autoconfiança, entre outros atributos de pessoas bem sucedidas. Todos esses elementos têm a sua importância, alguns mais do que outros. Porém, existe um elemento que é responsável pela abertura das portas, item que é invariavelmente indispensável para qualquer mudança: a capacidade de dar passos (ou pulos!) no escuro, sem saber o que vai acontecer, sem ter perspectiva do que o futuro ou aquela oportunidade vai trazer, simplesmente confiar e ir.

Eu achei importante escrever sobre isso, pois na minha área de planejamento, muita gente fica engessada na ideia de que você deve ter perspectiva clara do que o futuro reserva e planejar muito bem como vai chegar onde você quer. Isso é bom e funciona em certas circunstâncias. Por exemplo, se eu quero escrever um novo livro, ajuda muito planejar, definir exatamente o que eu quero abordar, pesquisar o que existe para falar sobre aquele assunto, montar um esqueleto do livro e então começar a escrever, preenchendo os capítulos já pensados e planejados. Esse processo torna o autorado mais fácil e mais rápido.

Entretanto, nem tudo na vida é como escrever um livro. Há situações que podemos imaginar inúmeros desfechos, otimistas e pessimistas, mas nada que possamos fazer no presente realmente pode nos ajudar a prever – e mesmo planejar – como as coisas realmente se desenrolão uma vez que comecemos a caminhar. Para esses casos, a solução é deixar o medo de lado e se arriscar mesmo, no escuro, sem planejamento, deixando as coisas acontecerem. Vale traçar cenários? É claro! E nós fazemos isso automaticamente. Sonhamos acordado com os possíveis desfechos, tanto os bons quanto os ruins e nesse processo vamos estudando as peculiaridades daquela oportunidade que vislumbramos. Analisamos o que precisaremos abrir mão caso tomemos uma decisão de seguir em frente, colocamos essas percepções em uma balança mental que avalia os valores que damos às coisas em nossa vida e aquilo que queremos para o futuro. Pensamos no que podemos ganhar ou perder e nossa decisão de tocar o barco geralmente ocorre quando botamos fé na ideia de que temos mais a ganhar do que a perder seguindo em frente.

Algumas pessoas, contudo, têm muita dificuldade para tomar essa decisão de seguir em frente mesmo que vislumbrem muitos benefícios em diversas oportunidades que encontram pela frente e pouco a ser deixado para trás. O medo de se arriscar – mesmo que o risco seja mínimo, os possíveis ganhos muito grandes e as possíveis perdas mínimas – ainda as controla a ponto de as manter em um nível muito inferior ao que poderiam conquistar na vida.

Um dos problemas centrais desse tipo de personalidade é a necessidade de controle. Pessoas que precisam controlar os mínimos detalhes de cada situação, de cada pessoa ao seu redor, cada possiblidade futura, acabam amargando uma vida de fracassos (provocados por hesitação), pois o sucesso exige largar uma corda sem medo, mas também sem garantia de que conseguiremos alcançar a outra. Podemos levar um tombo, podemos perder muito, mas também podemos ganhar muito.


Uma solução para esse tipo de insegurança é desdramatizar os tombos, as perdas. Uma das características que observo em pessoas bem sucedidas é que elas caíram diversas vezes – e continuam caindo de vez em quando – mas elas não dão a mínima, simplesmente se levantam de novo e seguem em frente. Essa postura de não ligar para a possiblidade de cair, de perder, de fracassar, é que lhes dá a autoconfiança para dar esses pulos no escuro, ao passo que a pessoa que acaba fracassando, perde por ter tanto medo das possíveis quedas. Ela faz uma tempestade em copo d’água, um drama enorme com o mero risco de que as coisas possam eventualmente dar errado e nessa, ela se recusa a dar qualquer passo no escuro.

Essa perspectiva, todavia, é uma ilusão. A vida é um salto no escuro por si só. Qualquer um de nós pode tombar morto amanhã, sem qualquer aviso prévio, quer tomemos precauções, quer não. Tudo pode acontecer a qualquer pessoa. Esses dias mesmo eu estava conversando com uma pessoa cuja filha de 28 anos está morrendo de câncer no pulmão sem nunca ter colocado um cigarro na boca. Pessimismos à parte, meu objetivo aqui não é adotar um tom catastrófico, mas simplesmente abrir os olhos dos meus leitores para o fato de que zelo demais para com a própria vida só nos furta de viver experiências extremamente gratificantes que jamais viveríamos se continuassemos nos escondemos em nossos casulos falsamente protegidos dos males do mundo.

A vida é tempo e muito do que nos acontece ou que fazemos acontecer é uma questão de timing, ou seja, estar na hora certa no local certo em contato com as pessoas certas. Se esperamos muito, se ponderamos demais, se temos medo de nos arriscar, perdemos muitas dessas oportunidades que são levadas pelo tempo. Quando finalmente estamos prontos, já é hora errada e as pessoas que poderiam nos ajudar já não estão mais lá, já seguiram em frente, enquanto ficamos para trás comendo poeira.

Não dá pra aproveitar tudo na vida, ou sempre estar em todos os lugares ao mesmo tempo para poder aproveitar todas as oportunidades que em tese estariam disponíveis para nós, mas quanto mais nos escondemos da vida, mais acabamos nos dessincronizando desse “timing” perfeito que nos levaria a encontrar justamente o que estamos procurando ou o que seria ideal para nós.

A ideia de assumir riscos calculados também é ilusória… Ao assumir um risco, ao tomar uma decisão no escuro, correr atrás de uma oportunidade qualquer, nós temos que assumir a responsabilidade por eventuais perdas. Tudo pode dar certo e nos catapultar para novas fases e patamares na vida, assim como tudo pode dar errado e nos colocar de volta no ponto zero. Há muito tempo eu decidi que posso voltar ao ponto zero quantas vezes forem necessárias, mas vou sempre fazer o que eu quiser. Minha vida tem sido uma sequência de saltos no escuro, algumas empreitadas deram muito certo, outras deram muito errado e eu me vi algumas vezes de volta naquele fatídico ponto inicial, me senti andando em círculos várias vezes, mas por sempre estar em movimento eu sempre consegui sair de qualquer buraco que eu tenha me enfiado e é isso o que recomendo aos meus leitores: a vida é um jogo, às vezes você perde, às vezes você ganha, o truque é nunca parar de jogar! Nunca pare de se mover, nunca desista de acertar.

NETSHOES



24/01/16

Que CEO? Dois de cada três brasileiros não sabem o nome de nenhum alto executivo


Mark Zuckerberg, CEO do Facebook(Robert Galbraith/Reuters/VEJA)

Pesquisa realizada em dez países mostra que 63% dos entrevistados não conseguem identificar os comandantes das grandes empresas; na Alemanha, índice chega a 80%

Cite o nome do primeiro executivo-chefe (CEO, na sigla em inglês) que lhe vem à cabeça. Se você pensou muito ou respondeu "o que é um CEO?", você não foi o único. Muito pelo contrário: Segundo uma pesquisa realizada em dez países pela empresa de relações públicas Edelman, 63% dos entrevistados não conseguem responder a questão. Mark Zuckerberg (Facebook), Warren Buffett (Berkshire Hathaway) e Tim Cook (Apple) são ilustres desconhecidos para o cidadão médio.

No Brasil, incluído no levantamento, 65% dos entrevistados não souberam citar o principal executivo de alguma empresa - qualquer empresa. O Brasil apareceu em quarto lugar na lista dos países em que os CEOs são mais desconhecidos. No topo está a Alemanha, com 80% de entrevistados não sabendo responder. Logo depois vêm Austrália, com 74%, e Reino Unido, com 68%.

O fato de os altos executivos serem apenas pontos de interrogação para o cidadão comum é apenas um dos pontos levantados pelo estudo a serem considerados uma "notícia profundamente perturbadora" para esses profissionais. O resultado do levantamento, que está agora em sua 16ª edição, atesta distanciamento e falta de confiança entre o público em geral e a elite. De acordo com Richard Edelman, CEO da empresa que leva seu sobrenome, essa desconfiança nunca foi tão grande.

A pesquisa foi divulgada na véspera da reunião do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, onde uma parte considerável da elite mundial, incluindo 1.500 executivos e 400 funcionários do governo, se reunirá para discutir negócios. Foram ouvidas 1.150 pessoas, com idade mínima de 18 anos, em cada país pesquisado. Fonte: http://veja.abril.com.br

21/01/16

Três dias de folga toda semana: já é realidade em uma empresa


Por Mariana Amaro

Sempre que volta do feriado você pensa que todo final de semana deveria ter três dias? Em uma empresa, esse esquema de trabalho já existe

SÃO PAULO - Quem é funcionário das lojas da Fast Retailing, dona da rede japonesa de roupas Uniqlo, ganhou uma regalia: folga durante três dias da semana.

Os mais de 10 000 vendedores da companhia terão essa opção se completarem uma jornada de dez horas a cada dia trabalhado (nada muito diferente daqueles que já estão acostumados com horas-extras). Caso a iniciativa dê certo, a prática deve ser adotada também na sede corporativa da empresa.

A varejista tomou essa decisão na esperança de reter talentos entre os vendedores, que tinham um alto índice de turnover. A única desvantagem é que os funcionários terão que bater o ponto eventualmente aos sábados e domingos, que são os dias de maior movimento das lojas.


Alunos de maior renda podem passar a pagar por universidade pública


Proposta do senador Marcelo Crivella estabelece pagamento de anuidade escolar para estudantes universitários com renda familiar superior a 30 salários mínimos.

Estudantes de universidades públicas com renda familiar superior a 30 salários mínimos (R$ 26,4 mil) poderão passar a pagar anuidade escolar. A proposta (PLS 782/2015) foi reapresentada no final de 2015 pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) e aguarda manifestação das comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Educação, Cultura e Esporte (CE), cabendo a esta a votação final.

De acordo com o projeto, o cálculo dessa anuidade deverá levar em conta a média do custo per capita dos alunos matriculados no mesmo curso em universidades privadas. Apesar do esforço da política de cotas para democratizar o acesso às universidades públicas, Crivella observou, com base em dados do IBGE, que a parcela de estudantes em melhor situação financeira no ensino superior público passou de 20%, em 2004, para 36,4% em 2014.

“A despeito dos esforços para reverter essa contraversão da lógica inicial, a realidade mostra que isso foi insuficiente. A proporção de estudantes pertencentes ao quinto mais pobre da população, com renda per capita média de R$ 192, era 1,2% em 2004 e chegou a 7,6% dos alunos de faculdades públicas em 2014”, observa Crivella na justificação do projeto.

O parlamentar lembra que apresentou proposta idêntica dez anos atrás. Na ocasião, a iniciativa foi rejeitada pela CE, que a votou em decisão final. Embora reconhecesse o mérito do projeto, o relator, à época, recomendou sua rejeição tendo em vista a possibilidade de a gratuidade do ensino superior público ser discutida dentro de um projeto de reforma universitária em tramitação no Congresso. 

- Agência Senado
Fonte: Você SA

Alexandre Grendene Bartelle



Fortuna em agosto/2015: R$ 7,51 bilhões

Idade: 65 anos
Local de nascimento: Brasil (RS)

Origem do patrimônio: calçados e móveis

Criador da maior fábrica de calçados do Brasil em parceria com o irmão gêmeo Pedro, o empresário Alexandre Grendene Bartelle tem diversificado seus negócios ao longo dos últimos anos. Além da fabricante de produtos famosos como Melissa e Rider, Alexandre também é dono da indústria de móveis Unicasa (leia-se Dell Anno), da Agropecuária Jacarezinho e de uma participação no Conrad, cassino-resort de Punta del Este. 

Em sociedade com a Votorantim, ingressou no mercado siderúrgico com a Sitrel, em Três Lagoas (MS), e em 2015 abriu em São Paulo a primeira loja mundial da TOG, uma marca de móveis de design que criou em sociedade com o renomado Philippe Starck. Neste ano, Grendene incorporou ao seu patrimônio um iate de luxo de R$ 253 milhões, o maior já saído do estaleiro holandês Amels.

Colocações em rankings FORBES
16º lugar na lista de Bilionários Brasileiros (agosto/2015)

- http://www.forbes.com.br/perfis/2015/08/alexandre-grendene-bartelle/


20/01/16

O hábito sorrateiro que mais atrapalha seu sucesso



A autossabotagem tem inúmeros mecanismos. Já abordamos muitos deles por aqui, já que nossa imensa capacidade de boicotarmos nosso próprio progresso é a principal razão pela qual colhemos menos resultados do que poderíamos, do que nosso potencial nos permitiria. Um truquezinho sorrateiro de nossa psicologia, contudo, parece ter uma força imensa que pega desde a dona de casa tentando dar conta do recado até empresários de sucesso.

Nosso cérebro funciona de forma linear, contínua, temos uma necessidade lógica de fazer as coisas em etapas, terminar o “passo 1” antes de prosseguirmos para o “passo 2” e assim por diante. Esse mecanismo, entretanto, funciona contra nós quando inconscientemente queremos postergar a execução de uma determinada tarefa. Seja qual for o motivo da procrastinação: preguiça, não saber direito o que fazer, ter que lidar com pessoas difíceis, etc., usamos esse truquezinho mental para justificarmos nossa falta de ação. Dizemos a nós mesmos que ainda precisamos fazer “outra coisa” antes que estejamos preparados para fazer “aquela tarefa”. Usamos quaisquer artifícios que nos pareça lógico no momento: arrumar a casa, a gaveta, o armário, fazer exercícios, comer, aprender alguma coisa, ver e-mail, ligar para alguém, enfim, arrumamos milhões de coisas para fazer e no processo, postergamos indefinidamente a tal tarefa. Os motivos são vários, desde medo até simplesmente não saber o que fazer para começar. Vamos ver alguns deles aqui:

1. Medo

Seja medo do fracasso, do sucesso em si, ou uma insegurança para com as atividades envolvidas no processo, muita gente deixa de fazer o que se propõe e o mais comum artifício é “estar ocupado” com outras coisas que supostamente devem ser feitas “antes” de começar a se envolver com o tal projeto.

A postergação aqui é usada como válvula de escape para não admitir o medo. Enquanto temos “alguma outra coisa” ou “muitas coisas” para fazer, como poderíamos arranjar tempo para fazer tudo aquilo que queremos fazer, mas não está sendo feito? Parece lógico e funciona para “enganar os outros”, afinal de contas, a desculpa número um do cidadão moderno é “não posso fazer porque não tenho tempo”. Por trás dessa desculpa, contudo, pode haver um medo muito grande de se envolver com aquela atividade em especial, mesmo que a pessoa não consiga nem sequer reconhecer o medo para si mesma.

A solução para lidar com o medo em primeiro lugar é descobrir o que está gerando essa insegurança. É medo do fracasso? É medo do sucesso? É receio de ser criticado? É medo de alguma perda que a atividade possa gerar? A partir dessa definição, a pessoa deve procurar investigar como pode lidar mais proativamente com aquele medo que ela identificou. Lembrando sempre que medo em si é normal. Não devemos ter a ilusão de que o medo possa ser completamente erradicado antes que possamos nos dedicar ao que desejamos fazer.

2. Ignorância

Quando ignoramos as etapas e procedimentos necessários para realizar algo, tendemos a postergar indefinidamente o envolvimento com a atividade. O engraçado é que muitas pessoas, no alto de sua confusão, nem sequer sabem que o problema todo é simplesmente desconhecerem formas de se fazer o que estão “pensando” em fazer. Elas acham é porque estão sempre ocupadas, porque nunca conseguem se organizar e começar de uma vez, ou porque há outras prioridades no momento. A verdade, contudo, é que elas não sabem o que fazer, não sabem quais são as etapas e processos envolvidos naquela atividade. A tarefa pode ser a mais simples e banal como montar o próprio currículo profissional ou mais complexa como escrever uma monografia. A pessoa, ao se deparar com tempo livre, acaba canalizando-o para outra atividade dispersiva porque ela simplesmente não sabe nem como começar a fazer o que precisa ser feito.

A solução para este problema é simples na era da informação. Basta buscar na própria internet informações sobre como fazer a tarefa. Hoje em dia, não existe desculpa para não saber fazer alguma coisa, há informações até mesmo sobre as coisas mais bizarras e inúteis. Não Enem um pouco difícil, com um pouquinho de proatividade e força de vontade, descobrir como se faz absolutamente qualquer coisa apenas procurando na internet.

3. Desorganização

Muitas vezes a desorganização esconde um dos dois itens anteriores, a pessoa tem medo de fazer alguma coisa ou ela simplesmente não sabe o que fazer. Ela então se embanana toda com atividades inúteis, coisas espalhadas, compromissos em horários absurdos, para que nos final das contas ela não tenha mesmo tempo de fazer o que ela sabe que precisa fazer, mas quer evitar.

Um dos mecanismos de autossabotagem mais comuns que é observado até mesmo em estudantes jovens é a tendência de querer “arrumar” alguma coisa que está bagunçada “antes” de fazer alguma coisa importante como estudar para uma prova. No final das contas, todo o tempo é colocado na arrumação e o estudante acaba não estudando. Quem trabalha em casa também cai nessa armadilha com muita frequência. “Ah, antes de escrever aquele artigo ou terminar o projeto para um cliente que está esperando para amanhã, vou arrumar meus livros que estão espalhados pela casa toda”. O irônico é que tão logo o evento passe, como a data da prova, por exemplo, aquela ânsia de arrumar tudo de repente se esvai e a pessoa agora não tem mais vontade alguma de arrumar qualquer coisa!
Para lidar com esse mecanismo de postergação o segredo não é organizar-se como seria lógico supor!

Mesmo a pessoa mais organizada pode cair nessa armadilha. O segredo é criar o hábito da disciplina para conseguir fazer algo que não se está com vontade mesmo que chova canivetes, e é claro, mesmo que tudo ao seu redor esteja completamente bagunçado.

Tomar a iniciativa e começar a fazer o que você se propõe a fazer é um dos mais sólidos segredos do sucesso. Se eu não tivesse me forçado a sentar em minha escrivaninha e escrever esse artigo ontem, você não o estaria lendo-o hoje. Eu poderia ter decidido arrumar meu guarda-roupa que está uma bagunça, mas tomei essa decisão e não levantei até terminar. A luta entre a produtividade e procrastinação é bem assim mesmo. Você tem escolhas a todo o momento. Escolha produzir mais do que você escolhe postergar. Com o tempo você começa a colher os resultados! Fonte: http://www.franchristy.com.br


Aprenda a resolver conflitos em empresas familiares



por Mariana Desidério, de EXAME.com

Pai e filho: empreender em família pode ter muitas vantagens, é só saber se organizar

Escrito por Ricardo Mollo, especialista em empreendedorismo Editado 




As vantagens e desvantagens de empreender em família

A família é a base da sociedade. Seu fortalecimento tende a gerar prosperidade e desenvolvimento. Aproximadamente 90% das empresas brasileiras são familiares, contudo, nem sempre empreender em família traz resultados relevantes. Apenas 30% das empresas chegam à segunda geração e somente 15% à terceira. Por que tantas empresas familiares não conseguem ser sustentáveis? Os principais motivos são os conflitos, falta de preparação dos familiares e falta de planejamento do processo sucessório.

Geralmente, empresas familiares começam do sonho de um empreendedor ou da sua necessidade de sobrevivência. Algumas vezes também nascem quando um profissional resolve se reposicionar empreendendo. Por confiança e afinidade, é comum que o empreendedor se associe aos seus familiares, o que traz vantagens e desvantagens.



Disputa: definir claramente os papéis é importante para que todos trabalhem melhor numa empresa familiar

Empresas familiares possuem um ambiente mais informal, flexível, amistoso e rápido para decisões onde os sócios são geralmente mais comprometidos com os seus objetivos de longo prazo. As empresas costumam ser mais enxutas e com despesas menores, o que aumenta o potencial de rentabilidade. Tendem a gerar mais riqueza para a família, bem como oportunidades de trabalho para familiares.

Por outro lado, empreender em família pode gerar conflitos e atrapalhar inclusive as relações familiares se houver mistura e confusão entre o lado profissional e o familiar. Os laços afetivos e a intimidade podem dificultar as decisões e também comprometer o desenvolvimento da sociedade. Em empresas com fundadores patriarcas pode acontecer excesso de autoritarismo, paternalismo, concentração de poder, valorização da antiguidade familiar, falta de planejamento sucessório, baixa valorização dos familiares mais jovens e confusão hierárquica.

As grandes questões para que se aproveite as vantagens de empreender em família são: como criar equilíbrio entre família e negócios, como resolver conflitos, como extrair o máximo dos familiares para a sustentabilidade do negócio e como planejar cuidadosamente a sucessão.

Para isto, seguem algumas sugestões:

- Procure alinhar com os sócios familiares os objetivos da empresa e suas expectativas individuais.

- Defina logo no início o organograma, a hierarquia e o papel de cada sócio certificando-se que cada um tenha competências reconhecidas para sua atividade e que estas sejam complementares às dos demais.

- Crie regras claras para a gestão, alçadas de decisão, remuneração, promoção, governança, distribuição de resultados e investimentos.

- Construa um ambiente de comunicação clara e aberta que possibilite a mediação e resolução rápida de conflitos.

- Por prudência, assine um acordo de acionistas que preveja como serão as relações, decisões e a forma de gestão. Inclua no acordo como se darão aportes futuros de capital, quais os quóruns de aprovação, como a sociedade pode ser desfeita e como se resolvem casos onde haja morte de sócios, separações, incapacidade judicial ou física, ou mesmo se algum deles por seus problemas particulares possa colocar em risco a continuidade da sociedade.

- Procure separar o ambiente familiar dos negócios, dividindo o seu tempo entre a família e a empresa. Assegure-se que as contas bancárias e patrimônio pessoal e da empresa não se misturem.

- Mantenha um ambiente de trabalho profissional e evite passar para os funcionários questões familiares.

- Estabeleça regras claras para a entrada de familiares na empresa e na sociedade, determinando competências necessárias, preparação e treinamento prévio.

- Desenvolva um planejamento sucessório compatível com as necessidades de desenvolvimento da empresa, identificando sucessores capazes.

- Monte um plano para o desenvolvimento dos sucessores e defina seu papel e condições para que realmente assumam suas atividades no futuro.

Empreender em família é algo absolutamente comum e traz enormes vantagens. Porém, os desafios de convivência são grandes e devem ser cuidadosamente tratados para que se consiga focar no desenvolvimento da empresa mais do que no ajuste das relações. O segredo está em buscar o máximo comprometimento dos sócios para o sucesso do negócio e criar um ambiente de cumplicidade e unidade em torno dos objetivos comuns para aproveitarmos ao máximo as vantagens de empreendermos com nossos queridos familiares.

Ricardo Mollo é professor dos cursos de Certificates do Insper e PhD candidate na University of London. - Fonte: Exame


20 franquias baratas para você investir em 2016



Planos para 2016

Abrir uma franquia está nos seus planos para 2016? Então já está na hora de estudar as possibilidades disponíveis no mercado.

Para ajudar nesta tarefa, reunimos 20 redes de franquias baratas que estão em busca de novos franqueados no ano que vem. As marcas selecionadas têm investimento inicial de 1.600 a 100 mil reais.

Antes de investir numa rede, porém, é sempre bom lembrar que o interessado deve pesquisar muito sobre a marca e estudar o setor do negócio.

Navegue pelas fotos acima e conheça 20 opções para quem quer se tornar um franqueado em 2016.



1 - Ahoba Viagens – 1.600 reais

A rede trabalha oferecendo pacotes turísticos, com passagens, reservas em hotel, passeios etc. O contato com o cliente é feito via internet e o franqueado pode trabalhar de casa. No modelo home-based, o faturamento médio mensal do franqueado é de 2 mil reais. A rede hoje possui 74 unidades, e espera chegar a 250 em 2016.

Investimento inicial: De 1.600 reais (valor promocional para estudantes universitários) a 3.600 reais.

Prazo de retorno: De 3 a 12 meses.


2 - Acqio – 4.990 reais

A Acqio é uma rede de franquias que trabalha com a venda de maquininhas para pagamento eletrônico. A operação é home-based e o faturamento mínimo é de 3.200 reais, de acordo com a franqueadora. A rede tem apenas seis meses de vida e mais de 240 unidades em funcionamento. A expectativa é finalizar o ano de 2016 com 300 novos franqueados.

Investimento inicial: A partir de 4.990 reais.

Prazo de retorno: De 2 a 6 meses.


3 - iGUi Trata Bem – 10.900 reais

A rede é especializada em manutenção e limpeza de piscinas e vendas de produtos químicos. No modelo home-based, a franquia custa 10.900 reais e tem faturamento médio mensal de 5 mil reais. Hoje a rede tem 250 unidades no Brasil. A expectativa para 2016 é crescer cerca de 20% em todo o país.

Investimento inicial: A partir de 10.900 reais (home-based).

Prazo de retorno: 6 meses.


4 - Poltrona 1 - 14.824 reais

A Poltrona 1 é uma rede franquias de turismo em que os franqueados trabalham de casa. A rede espera alcançar a marca de 48 unidades em 2016.

Investimento inicial: A partir de 14.824 reais (modelo home-based, com capital de giro incluso).

Prazo de retorno: 12 meses.


5 - Aquarela Jardins – 18.321,80 reais

A Aquarela Jardins é uma rede de franquias de jardinagem que nasceu em Curitiba (PR). Os franqueados da marca atuam na recuperação e manutenção de jardins e na harmonização de ambientes. O faturamento médio é de 5 mil reais. Para 2016, a expectativa é chegar a 13 unidades. A marca possui modelos que custam entre 15 mil e 60 mil reais. As informações a seguir são do modelo intermediário o Garden Express.

Investimento inicial: 18.321,80 reais.

Prazo de retorno: Até 8 meses.



6 - Quinta Valentia – 22 mil reais

A rede é especializada na venda direta de calçados femininos. Com modelo home-based, os franqueados têm como vitrine a shoe bag, uma bolsa em que cabem até vinte pares. O faturamento médio mensal é de 14 mil reais, sendo que o lucro líquido é de 3 mil. A marca tem hoje cerca de 150 unidades e espera uma grande expansão par 2016, com 350 franqueados.

Investimento inicial: 22 mil reais.

Prazo de retorno: De 3 a 11 meses.



7 – Vivenda em Casa – 27 mil reais

A Vivenda em Casa é uma opção da Vivenda do Camarão no formato de microfranquia. A ideia é vender produtos feitos com frutos do mar através da internet, tanto para o consumidor final quanto para bares e restaurantes. O modelo tem faturamento médio de 20 mil reais por mês, sendo que o lucro líquido representa de 12 a 25% deste valor. Para 2016, a ideia é ter 10 novas franquias já em janeiro.

Investimento inicial: 27 mil reais.

Prazo de retorno: 12 meses.


8 – San Martin Seguros - 27.800 reais

A San Martin é uma de rede de seguros, na qual o franqueado pode optar por trabalhar em casa. A empresa existe desde 1995, entrou para o franchising em 2014 e hoje tem 118 unidades. O faturamento mensal fica em torno de 40 mil reais, sendo que o lucro líquido varia entre 5 mil e 8 mil reais. Para 2016, a meta é abrir 15 novas unidades por mês, num total 180 novos contratos.

Investimento inicial: 27.800 reais.

Prazo de retorno: De 6 a 8 meses. 



9 – Flipwash – 30 mil reais

A Flipwash é uma rede de franquias de lavagem pressurizada de carros que utiliza cera de carnaúba. Para abrir uma unidade o franqueado pode desembolsar de 30 mil a 70 mil reais, sendo que o faturamento médio mensal fica entre 20 mil 50 mil reais, com lucro líquido entre 3 mil e 15 mil reais. A rede hoje tem 21 unidades, e espera abrir 100 novas em 2016.

Investimento inicial: A partir de 30 mil reais.

Prazo de retorno: De 12 a 30 meses.


10 – Master House – 35 mil reais

A rede Master House é especializada em serviços de alvenaria, elétrica, hidráulica, jardinagem, pintura, gesso e drywall, impermeabilização e montagens. O faturamento médio mensal de uma unidade é de 65 mil reais, sendo que o lucro líquido é de 15 mil reais. Segundo a franqueadora, é possível atuar tanto com uma loja, quando em uma sala comercial, ou ainda num espaço de coworking. A rede possui 30 unidades hoje. Para 2016, a expectativa é passar a marca de 60 unidades.

Investimento inicial: 35 mil reais.

Prazo de retorno: De 6 a 10 meses.



11 – Vazoli – 45 mil reais

A Vazoli é uma rede de franquias de crédito e financiamento. A empresa está no mercado desde 2008 e entrou para o franchising em 2011. O faturamento médio de uma unidade é de 150 mil reais, sendo que o líquido fica em torno de 19 mil reais. A rede tem hoje 93 unidades e espera abrir mais 20 no ano que vem.

Investimento inicial: A partir de 45 mil reais (varia de acordo com o número de habitantes da sua cidade).

Prazo de retorno: De 8 a 15 meses.


12 – Linha e Bainha – 49 mil reais

A rede atua no setor de costuraria expressa, oferecendo serviços de reformas, ajustes e customização de peças, além de sapataria. A marca está no mercado desde 1999 e no franchising desde 2003. O faturamento médio mensal de uma unidade é de 20 mil reais, sendo que o lucro líquido fica entre 25% e 35% desse valor. A rede tem hoje 21 unidades pelo país e espera abrir mais 10 unidades em 2016.

Investimento inicial: A partir de 49 mil reais (sem contar adequação do imóvel e capital de giro).

Prazo de retorno: A partir de 24 meses.


13 – Clube Caramelo – 50 mil reais

A Clube Caramelo é uma rede de franquias que vende biscoitos e guloseimas. A rede trabalha com os modelos loja e quiosque, sendo que este último tem investimento inicial de 50 mil reais, com faturamento mensal médio de 20 mil reais. A rede tem duas unidades hoje, e espera abrir mais dez em 2016.

Investimento inicial: 50 mil reais (modelo quiosque).

Prazo de retorno: De 18 a 24 meses.



14 – Emagrecentro – 50 mil reais

A Emagrecentro é uma rede franquias de beleza e estética. A rede tem faturamento médio mensal de 30 mil reais. Para 2016, a expetativa é de crescimento de 10%.

Investimento inicial: 50 mil reais.

Prazo de retorno: Aproximadamente 12 meses.



15 – Sigbol – 69 mil reais

A Sigbol é uma rede de escolas de moda e costura, que desenvolveu um método simples de ensinar a costurar. A empresa está no mercado desde 1975 e entrou para o franchising em 2011. O faturamento médio mensal de uma unidade Smart (modelo mais barato) é de 18 mil reais, com lucro médio de 30%. A rede tem hoje 20 unidades, sendo 11 franqueadas. A expectativa é inaugurar mais 12 unidades em 2016.

Investimento inicial: 69 mil reais (modelo Smart).

Prazo de retorno: 16 meses.


16 - Mineiro Delivery – 79 mil reais

A Mineiro Delivery é uma rede de franquias que vende comida mineira em caixinhas. A marca existe desde 2012 e entrou neste ano para o franchising. O faturamento médio mensal de uma unidade é de 50 mil reais, sendo que o lucro líquido fica em 15 mil reais. A rede tem uma unidade própria e cinco franqueadas. Para 2016, a meta é chegar a 60 unidades.

Investimento inicial: 79 mil reais.

Prazo de retorno: De 12 a 18 meses.


17 – Mr. Beer – 89 mil reais

A Mr. Beer é uma rede de franquias que vende diversos rótulos de cerveja, além pratos como bolinhos de camarão e calabresa artesanal. O faturamento médio de uma unidade quiosque (a mais barata) é de 33 mil reais, sendo que o lucro líquido fica entre 10% e 20% desse valor. A rede tem mais de 80 unidades e espera dobrar esse número para 2016.

Investimento inicial: A partir de 89 mil reais.

Prazo de retorno: De 18 a 24 meses.


18 - Olha o Churros! – 90 mil

A rede de franquias vende churros com diversos sabores e acompanhamentos. A marca está no mercado de 2014 e tem hoje 17 unidades (sendo uma própria). O faturamento médio mensal é de 40 mil reais, com lucro líquido de 20% a 25%. Para 2016, a rede pretende chegar a 45 unidades.

Investimento inicial: 90 mil reais (modelo quiosque, fora o capital de giro).

Prazo de retorno: De 15 a 24 meses.


19 - Nutty Bavarian – 97 mil reais

A rede Nutty Bavarian é especializada em venda de produtos como castanhas, amêndoas e nozes. A marca existe desde 1996 e tem hoje 126 unidades. O faturamento médio de uma unidade é de 35 mil reais. A expectativa para 2016 é inaugurar mais 40 quiosques.

Investimento inicial: 97 mil reais.

Prazo de retorno: 18 meses.



20 – Anjos Colchões – 100 mil reais

Focada na venda de colchões, a marca existe desde 1990 e está no franchising desde 2010. Além disso, possui três fábricas próprias. O faturamento médio de uma unidade é de 60 mil reais, com lucratividade de 15%. A rede possui 51 unidades e espera abrir mais 15 lojas em 2016.

Investimento inicial: A partir de 100 mil reais.

Prazo de retorno: 18 meses.


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